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Últimas notícias relacionadas com a FENPOL, com os seus associados e a Polícia de Segurança Pública.

Procedimentos de negociação colectiva ilegais na PSP

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Exigimos um processo negocial em obediência aos princípios legislativos, concretamente à Lei sindical da PSP e Constituição da Republica Portuguesa.

A FENPOL, solicitou no passado dia 9 de Setembro, a Sua Excelência, o Ministro da Administração Interna, para que cessasse toda e qualquer reunião com a Direcção Nacional, tendente a regular no seio da PSP, matérias de são de negociação colectiva obrigatória, convocadas pela Direcção Nacional da PSP, concretamente em relação ao Projecto de Horários de Trabalho, uma vez que a mesma não se encontra legitimada nos termos da lei.

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Reunião com o M.A.I.

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Federação satisfeita com os resultados da reunião. Ministro mais ciente dos problemas que afectam a Polícia de Segurança Pública.

Veja na integra a entrevista do Presidente da FENPOL à TV Record, em 19.08.2011, após a recepção por Sua Excelência o Ministro da Administração Interna.

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Sindicatos contra congelamento de carreiras

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Sindicatos das Polícias e das Forças Armadas continuam reunidos.

Depois do ministro das Finanças ter anunciado o congelamento das progressões no regime remuneratório para Administração Interna e Defesa, os sindicatos e associações das forças de segurança e armadas dizem que todos os cenários de luta estão em cima da mesa.

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FENPOL dá benefício da dúvida ao Governo

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Em causa está o congelamento da progressão nas carreiras das forças de segurança.

A Federação Nacional de Polícias (FENPOL), que reúne três sindicatos da PSP, gostou da conversa de mais de três horas que tive com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e decidiu dar o benefício da dúvida às promessas do Governo. Pedro Magrinho, porta-voz deste grupo, disse à saída do Ministério que traz garantias de que o congelamento da progressão nas carreiras pode não ser tão grave como parece.

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Sindicatos exigem novas remunerações

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Uma outra plataforma de sindicatos reúne-se amanhã e pondera avançar com formas de luta.

Catorze sindicados das forças de segurança - sete da PSP, três da GNR, três das Forças Armadas e um dos guardas prisionais - decidiram ontem não avançar para já com protestos para contestar o congelamento das progressões salariais nas respectivas instituições, anunciado há dias pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Estes sindicalistas, que dizem representar mais de 50 mil profissionais, admitem aceitar esse congelamento, mas exigem que o Governo aplique as tabelas remuneratórias que entraram em vigor em Janeiro de 2010 e foram aplicadas apenas a uma minoria. A mesma reivindicação faz a Comissão Coordenadora Permanente, uma outra plataforma que incluiu os sindicatos mais representativos da GNR e da PSP, que vai reunir-se amanhã e pondera avançar com formas de luta.

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